Administrador de Empresas, com ênfase em Gereciamento Mercadista. Com forte experiência no Varejo.

26 de novembro de 2013

Ex-capitão do Bope e consultor do "Tropa de Elite" dá 10 dicas de liderança





Paulo Storani, 51, foi capitão do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) do Rio de Janeiro de 1994 a 1999, o que lhe rendeu a função de consultor dos filmes "Tropa de Elite" 1 e 2.
Mestre em antropologia, pós-graduado em administração pública e em gestão de recursos humanos, hoje ele dá palestras sobre como construir equipes de alto desempenho baseado nos métodos de treinamento do Bope.
O Bope é uma tropa de elite da polícia do Rio de Janeiro, chamada em situações em que os pelotões normais da PM não conseguem resolver o conflito. Por causa da dificuldade, cada trabalho do Bope sempre é chamado internamente de missão.
"Os momentos de crise exigem mais da gente. Missão exige sacrifício. Transforme seus objetivos em missões para alcançá-los", declara Storani.
Veja as dicas do ex-capitão do Bope para formar um time qualificado e bem-sucedido na sua empresa:
1 – Seja transparente e objetivo: 
explique claramente qual é o trabalho e deixe que as pessoas decidam se querem participar dele ou não.

2 – Mostre o valor do trabalho: 
apenas enxergando o valor daquela tarefa é que as pessoas vão se dedicar o suficiente para alcançar os resultados desejados.

3 – Tenha voluntários: 
Storani diz que todos os membros do Bope são voluntários. Eles correm mais riscos no seu trabalho e não recebem a mais por isso. Ele acredita que voluntários se dedicam mais, pois estão ali porque querem, ou seja, veem o valor do trabalho ou se identificam de alguma maneira com a causa. Isso aumenta o comprometimento.

4 – Faça uma seleção rígida: 
escolha os funcionários por sua qualidade técnica, experiência e, principalmente, pela determinação. Ela fará com que a equipe coloque as ações em prática.

5 – Prepare a equipe: 
mobilize e capacite seus funcionários. Defina o papel e a importância de cada um, exaltando o time. "Se tiver alguém desmotivado, ele puxa os outros para baixo. Da mesma forma, se tiver alguém interessado apenas em fazer sua parte, ele pode passar por cima de outros para isso, desestabilizando a equipe", declara Storani.

6 – Faça um planejamento: 
elabore um plano de ação para atingir o resultado esperado para a missão. Tenha estratégias e táticas.

7 – Tenha um plano B: 
Storani diz que o plano ideal dificilmente é executado, geralmente por limitações de tempo e financeiras. Por isso, tenha caminhos alternativos que levem ao objetivo.

8 – Execute o plano com excelência: 
o ex-capitão do Bope define excelência como "o melhor desempenho, com máxima segurança e mínimo esforço, ou seja, sem desperdício".

9 – Tenha um padrão de qualidade: 
o padrão de qualidade não deve ser baseado no melhor integrante da equipe e, sim, no pior. Afinal, se ele faz parte da equipe, deve ser considerado.

10 – Avalie resultados e aprenda: 
confirme as ações positivas e corrija as que deram errado. Storani diz que, no treinamento, há um tanque de água gelada para onde os soldados vão quando fazem alguma atividade errada. "Lá, eles têm duas opções: pedir para sair do Bope ou voltar para a atividade, correndo o risco de retornarem ao tanque se errarem de novo. O que parece uma punição é, na verdade, uma superação, pois quando saem do tanque molhados e gelados, eles se dedicam com muito mais energia para a missão", afirma.

25 de novembro de 2013

Nem tudo é o que parece.....


O que fazem quando o chefe não esta..


O exercício da paciência

Esta é a historia de um menino que tinha um mau caráter.
Seu pai lhe deu um saco de pregos e lhe disse que cada vez que perder a paciência, ele deveria pregar um prego atrás da porta.
No primeiro dia, o menino pregou 37 pregos atrás da porta.
As semanas que seguiram, à medida que ele aprendia a controlar seu gênio, pregava cada vez menos pregos atrás da porta.
Com o tempo descobriu que era mais fácil controlar seu gênio que pregar pregos atrás da porta.
Chegou o dia em que pode controlar seu caráter durante todo o dia.
Depois de informar a seu pai, este lhe sugeriu que retirasse um prego a cada dia que conseguisse controlar seu caráter.
Os dias se passaram e o jovem pode finalmente anunciar a seu pai que não havia mais pregos atrás da porta.Seu pai o pegou pela mão, o levou até a porta e lhe disse: meu filho vejo que tens trabalhado duro,mas veja todos estes buracos na porta.Nunca mais será a mesma.
Cada vez que tu perdes a paciência, deixa cicatrizes exatamente como as que vêem aqui.
Tu podes insultar alguém e retirar o insulto, mas dependendo da maneira como fala poderá ser devastador e a cicatriz ficará para sempre.

Uma ofensa verbal pode ser tão daninha como uma ofensa física.Os amigos são jóias preciosas. Nos fazem rir e nos animam a seguir adiante. Nos escutam com atenção e sempre estão prontos a abrir seu coração.

21 de novembro de 2013

Vídeo emocionante e belo


A Jóia Perdida (Administração do Tempo)

 Caminhando em torno da praça principal da cidade, Alberto viu um dos homens mais ricos da cidade sentado em um dos bancos da praça, cabisbaixo, com aparência triste, e muito aflito. 
Alberto teve muita vontade de parar para conversar com ele, mas como não o conhecia pessoalmente, ficou sem jeito e decidiu continuar sua caminhada ao redor da praça.
Em sua segunda volta, Alberto não resistiu e aproximou-se do homem, sentou-se ao seu lado no banco, e disse:
- Desculpe incomodá-lo, mas você parece muito preocupado. 
Posso ajudá-lo em algo?
- Ah! – respondeu o homem com tristeza – estou muito aflito porque acabo de perder a jóia mais preciosa que alguém poderia ter.
- Poxa, que jóia é essa? – perguntou o Alberto.
- É uma jóia como jamais haverá outra. 
Ela está talhada num pedaço de pedra da vida e tinha sido feita na oficina do tempo. 
É adornada por vinte e quatro brilhantes, em volta dos quais se agrupam sessenta brilhantes menores. 
Como pode perceber, é uma jóia de beleza ímpar e que jamais poderá ser reproduzida.
- Poxa, mas você é um dos homens mais ricos e influentes da cidade! Não seria possível que, com seu dinheiro, se possa fazer outra jóia igual à que perdeu?
Depois de pensar um pouco, o homem respondeu:

- A jóia perdida era um dia, e um dia que se perde jamais se torna a encontrar.

ADIDAS - show de comercial


Os doze pratos

Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelana, de rara quão
antiga procedência, constituída por doze pratos assinalados por grande
beleza artística e decorativa.

Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse
uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria,
o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma
circunstância fortuita.

A notícia tomou conta do Império, e, às vésperas da execução do
desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se
comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.

Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando
ancião. Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes
sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa
porcelana fossem espalhados em volta do móvel.

Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto
inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as
bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.

Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno,
ele disse:

* Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar
matar-me. Desde que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e
considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me
em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças
for quebrada. Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas,
já que elas, diante desses objetos nada valem.

Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo,
compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma.

Quantas vezes, deixamos o nervosismo do momento tomar lugar nas nossas
vidas e duras palavras ferem a quem amamos!
Quantas coisas colocamos na frente do amor, do respeito, da compreensão
que deveríamos ter?

Que no final de semana, tenhamos tempo para meditar se não estamos matando
por um prato quebrado...

Autor Desconhecido

Ayrton Sena - a melhor corrida

considerada a melhor corrida de Ayrton Sena, antes de terminar a primeira volta ele j estava em
primeiro lugar. isto que ele largou em quarto lugar

19 de novembro de 2013

Veja 10 perguntas mais usadas pelos recrutadores e saiba como respondê-las

Nas entrevistas de emprego, as respostas do candidato para os questionamentos do selecionador são decisivas e podem determinar o sucesso ou o fracasso.
Por isso a gerente nacional de recrutamento e seleção da ManpwerGroup, Lisângela Melo, elaborou uma lista com as dez perguntas mais utilizadas pelos recrutadores em processos seletivos de empregos.
A especialista ainda dá dicas sobre o que é importante dizer e destacar nas respostas. Confira:

1 – Fale-me sobre você.
Descreva o que já realizou na sua vida profissional.
Evite mencionar interesses ou atividades que não estão relacionadas com a sua atividade laboral. Mantenha uma linha sequencial de raciocínio e acontecimentos.

2 – Quais são seus objetivos a curto e longo prazo?
Analise a empresa antes da entrevista. Seja específico e tente aproximar os seus objetivos aos da companhia.

3 – Porque deixou o seu último emprego?
Mantenha sempre um tom positivo. Evite mencionar problemas graves ocorridos na empresa anterior e nunca mencione conflitos com os seus superiores ou efeitos colaterais causados pelo antigo emprego como estresse, por exemplo.

4 – O que fez para melhorar os seus conhecimentos técnicos no último ano?
Mencione os cursos e treinamentos realizados durante as últimas experiências profissionais e especifique o objetivo de cada um. Esclareça quais foram custeados pela empresa anterior e quais foram pagos por você.

5 – Porque você quer trabalhar nesta organização?
Essa pode ser a sua resposta mais importante. Baseie-se na pesquisa que fez sobre a organização. Seja absolutamente sincero, já que qualquer falsidade poderá causar a sua eliminação.

6 – Explique como você pode ser um parceiro útil para nossa organização.
Destaque os seus pontos mais positivos, características e experiências,especialmente aqueles que mais se relacionam com a oportunidade.

7 – Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?
O selecionador espera que você seja capaz de identificar uma situação problema e sua capacidade de analisar alternativas e consequências para decidir a melhor forma de resolvê-lo.
8 – O que você faz no seu tempo livre?
Seja sincero e lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, mas também preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.

9 – Que avaliação você faz da sua última experiência profissional?
Fale sobre o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Evite apontar defeitos para não causar uma má impressão no selecionador.


10 – Quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?
Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.

10 de novembro de 2013

esse é o CARA!!


FOTOGRAFO

Olha a confusão que uma conclusão precipitada pode causar. Em um determinado país foi criado um programa de incentivo à natalidade, pois o número de habitantes estava caindo e a proporção de Idosos crescia assustadoramente. Necessitando de mão-de-obra, o governo decretou uma lei que obrigava os casais a terem um certo número de filhos. Previa também uma tolerância de cinco anos após o Casamento, fim dos quais, o casal deveria ter pelo menos um pimpolho. Aos casais que no fim do prazo não conseguissem ter um filho, o governo destacaria um agente auxiliar para que a criança fosse gerada. Neste cenário se deu o seguinte diálogo entre um Casal:

MULHER: Querido, completamos hoje 5 anos de casamento!

 MARIDO: É... e infelizmente não tivemos nenhum filho.
MULHER: Será que eles vão mandar o tal agente?
MARIDO: Não sei... talvez mandem.
 MULHER: E se ele vier?
MARIDO: Bem, eu não posso fazer nada.
 MULHER: E eu, menos ainda...
MARIDO: Vou sair, já estou atrasado para o trabalho. Logo após a saída do MARIDO, bateram à porta:
TOC, TOC, TOC!!!! A MULHER abriu e encontrou um HOMEM de boa aparência à espera. Tratava-se de um fotógrafo que saiu para atender um chamado de uma família que queria fotografar sua criança recém-nascida, mas que por um engano, errara o endereço procurado.
 E o diálogo se seguiu:
 HOMEM: Bom dia! Eu sou...
MULHER: Ah, já sei! Pode entrar.
HOMEM: Obrigado. Seu esposo está em casa?
MULHER: Não. Ele foi trabalhar.
HOMEM: Presumo que esteja a par.
MULHER: Sim, ele já está sabendo de tudo. Eu também concordo.
HOMEM: Ótimo. Então vamos começar.
 MULHER: Mas já? Tão rápido...
 HOMEM: Preciso ser breve, pois tenho ainda 16 casas para visitar.
 MULHER: Minha nossa! O senhor agüenta?
HOMEM: O segredo é que eu gosto do meu trabalho, me dá muito prazer!
MULHER: Então vamos começar. Como faremos?
HOMEM: Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá.
 MULHER: Serão necessárias tantas?
HOMEM: Bem, talvez possamos acertar na mosca já na primeira tentativa.
MULHER: O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
HOMEM: Não, mas tenho comigo algumas amostras do meu trabalho (mostrou algumas fotos de crianças). Não são lindas??
MULHER: Como são belos estes bebês! Foi o senhor mesmo quem fez?
HOMEM: Sim. Veja esta aqui, por exemplo, foi conseguida na porta do supermercado.
MULHER: Que horror! O senhor não acha muito público?
 HOMEM: Sim, mas a mãe queria muita publicidade.
 MULHER: Eu não teria coragem!!!
HOMEM: Esta aqui foi em cima do ônibus.
MULHER: Cacilda!!!
HOMEM: Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz.
MULHER: Claro, eu imagino!
HOMEM: Esta foi feita no inverno, em um parque de Diversões.
MULHER: Credo! Como o senhor conseguiu? Não sentiu frio?
HOMEM: Não foi fácil! Como se não bastasse a neve caindo, tinha uma multidão em volta.Quase não consegui acabar.
MULHER: Ainda bem que sou discreta, e não quero ninguém nos olhando.
HOMEM: Ótimo, eu também prefiro assim. Agora, se me dá licença, eu preciso armar o tripé.
MULHER: Tripé?!!!
HOMEM: Sim madame, pois o negócio, além de pesado, depois de armado mede quase um metro.

A MULHER desmaiou... 

Banho inesperado


O rei e o falcão

Conta a lenda que, certa manhã, o guerreiro mongol Gengis Khan e sua tropa saíram para caçar. 
Enquanto seus companheiros levavam flechas e arcos, Gengis Khan carregava apenas seu falcão favorito no braço. 
O animal era melhor e mais preciso que qualquer flecha, porque podia subir ao céu e ver tudo o que o ser humano não conseguia ver.
Entretanto, apesar de todo o entusiasmo, o grupo não conseguiu encontrar nada. 
Decepcionado, Gengis Khan voltou para o acampamento. 
Mas, para não descarregar sua frustração em seus companheiros, separou-se da comitiva e resolveu caminhar sozinho.
Gengis Khan permanecera na floresta mais tempo que o esperado e estava extremamente cansado e com muita sede. Por causa do calor do verão, os riachos estavam secos. 
Ele não conseguia encontrar água para beber, até que avistou um fio de água descendo por um rochedo bem à sua frente. 
Na mesma hora, retirou o falcão do braço e pegou o pequeno cálice de prata que sempre carregava consigo. 
Era apenas um fio de água que corria pelo rochedo, por isso ele demorou um longo tempo para ele conseguir encher o cálice. 
Mas quando estava prestes a levá-lo à boca, o falcão levantou voo e arrancou o copo de sua mãos, atirando-o longe.
Gengis Khan ficou furioso, mas era seu animal favorito, talvez também estivesse com sede. 
Apanhou o copo, limpou a poeira e tornou a enchê-lo. 
Após outro tanto de tempo, com a sede apertando cada vez mais e com o cálice já pela metade, o falcão o atacou novamente, derramando o líquido.
Gengis Khan adorava seu animal, mas sabia que não podia deixar-se desrespeitar em nenhuma circunstância, 
já que alguém podia estar assistindo à cena de longe e mais tarde contaria aos seus guerreiros que o grande conquistador era incapaz de domar uma simples ave.
Desta vez, tirou a espada da cintura, pegou o cálice, recomeçou a enchê-lo. 
Manteve um olho na fonte e outro no falcão assim que viu ter água suficiente e quando estava pronto para beber, o falcão de novo levantou voo e veio em sua direção Gengis Khan, em um golpe certeiro, atravessou a espada no peito do falcão, matando-o.
Ele retomou o trabalho de encher o cálice. Mas o fio de água havia secado. 
Decidido a beber aquela água de qualquer maneira, Gengis Khan escalou o rochedo em busca da fonte. 
Para sua surpresa, havia realmente uma poça de água e, no meio dela, morta, uma das serpentes mais venenosas da regia-o Se tivesse bebido a água, teria morrido imediatamente.
Gengis Khan voltou ao acampamento trazendo o falcão morto nos braços e dizendo para si mesmo:
- Hoje aprendi uma triste lição! Muitas vezes nos precipitamos em julgar e agir, ferindo assim a quem mais nos ama e chega a dar a sua vida por nós...
Ele mandou fazer uma reprodução em ouro da ave e gravou em uma das asas:
"Mesmo quando um amigo faz algo que você não gosta, ele continua sendo seu amigo."
E, na outra:

"Qualquer ação motivada pela fúria é uma ação condenada ao fracasso, pois nem sempre o que parece ser, realmente é!"

Bebado não tem jeito mesmo