Administrador de Empresas, com ênfase em Gereciamento Mercadista. Com forte experiência no Varejo.

17 de junho de 2014

A Caverna Mágica

Era uma vez uma mulher que morava numa casinha modesta ao pé de uma montanha onde 
havia uma grande floresta.
Tinha um filho a quem amava muito.
No solstício de verão, a mulher levou o filho para colher os morangos maravilhosos que havia na floresta.
Subiram a montanha e chegaram a um lugar coberto dos morangos maiores, mais vermelhos 
e mais saborosos que já tinham visto.Colheram quantos puderam.
Mas tão logo a mulher encheu a cesta, viu abrir a porta de uma grande caverna diante dela. 
Enormes pilhas de ouro brilhavam no chão, e três virgens brancas guardavam o tesouro.
- Entre, boa mulher - disseram as virgens brancas.
- Leve quanto ouro puder pegar de uma só vez.
A mulher entrou na caverna e, segurando o filho pela mão, pegou um punhado de moedas de 
ouro e pôs no avental.
Mas o toque do ouro despertou uma enorme cobiça e, esquecendo o filho, pegou mais dois 
punhados de moedas e saiu correndo da caverna.
No mesmo instante ouviu um estrondo atrás dela e uma voz trovejou:
- Mulher infeliz! Perdeu o seu filho até o próximo solstício de verão!
A porta da caverna se fechou e a criança ficou presa lá dentro.
A pobre mulher torceu as mãos desesperada, chorou e implorou, mas não adiantou, e ela foi para
 casa sem o filho.
Voltou todos os dias ao lugar, mas a porta nunca mais se abriu e ela não conseguiu mais encontrar 
a caverna.
No ano seguinte, no solstício de verão, ela acordou bem cedo e foi correndo ao lugar.
Ao chegar encontrou a porta aberta.
As pilhas de ouro brilhavam no chão e as três virgens guardavam o tesouro.
Ao lado delas estava o menino com uma maçã vermelha na mão.
- Entre, boa mulher - as três virgens convidaram.
- Leve quanto ouro puder pegar de uma só vez.
A mulher entrou na caverna e, sem sequer olhar para o ouro, agarrou o filho e tomou-o nos braços.
- Boa mulher - disseram as três virgens, - leve o menino para casa.
Nós o devolvemos a você, pois agora seu amor é maior que a cobiça.  

A mulher voltou para casa com o menino e o amou mais que o ouro pelo resto da vida.

Peça, e sera atendido


15 de junho de 2014

Uma Flor rara.

Havia uma jovem muito rica, que tinha tudo: um marido maravilhoso, filhos perfeitos, um emprego que 
lhe pagava muitíssimo bem e uma família unida.
O estranho é que ela não conseguia conciliar tudo isso.
O trabalho e os afazeres lhe ocupavam todo o tempo, e pouco sobrava para a família.
Um dia, seu pai, um homem muito sábio, deu a ela uma flor muito cara e raríssima, da qual havia 
apenas um único exemplar em todo o mundo.
E disse a ela:- Filha, esta flor vai te ajudar muito mais do que você imagina!
Você terá apenas de regá-la e podá-la de vez em quando, às vezes conversar um pouquinho com ela, 
e ela dará em troca esse perfume maravilhoso e essas lindas cores.
A jovem ficou muito emocionada, afinal a flor era de uma beleza sem igual.
Mas o tempo foi passando, o trabalho consumia todo o seu tempo e a sua vida, não permitindo que 
ela sequer cuidasse da flor.
De volta à sua casa, ela olhava a flor, que ainda estava lá, não mostrando sinal de fraqueza ou morte. 
Apenas estava lá, linda, perfumada. Então ela passava direto.
Até que um dia, mal entrara em sua casa, a jovem leva um susto!
Sem mais nem menos, a flor morreu.
Suas pétalas estavam murchas e escuras, suas folhas, ressecadas.
A jovem chorou muito e contou a seu pai o que havia acontecido.
Seu pai então respondeu:- Eu já imaginava que isso aconteceria e não posso te dar outra flor, 
porque não existe outra igual a essa.
Ela era única, assim como seus filhos, seu marido e sua família.
A relação com as pessoas que nos amam é como a flor: você deve aprender a cultivá-la, dar atenção a ela.
Assim como a flor, os sentimentos também morrem.

Você se acostumou a ver a flor sempre lá, sempre colorida, sempre perfumada, e se esqueceu de cuidar dela. Cuide das pessoas que você ama!

Todos os dias


Um som por um perfume

Um pobre viajante parou ao meio-dia para descansar à sombra de uma frondosa árvore. Ele viera de muito longe e sobrara apenas um pedaço de pão para almoçar. Do outro lado da estrada, havia um quiosque com tentadores pastéis e bolos; o viajante se deliciava sentindo as fragrâncias que flutuavam pelo ar, enquanto mascava seu pedacinho de pão dormido.
Ao se levantar para seguir caminho, o padeiro subitamente saiu correndo do quiosque, atravessou a estrada e agarrou-o pelo colarinho.
- Espere aí! - gritou o padeiro.
- Você tem que pagar pelos bolos!
- Que é isso? - protestou o espantado viajante.
- Eu nem encostei nos seus bolos!
  - Seu ladrão! - berrava o padeiro.
   - É perfeitamente óbvio que você aproveitou seu próprio pão dormido bem melhor, só sentindo os cheirinhos deliciosos da minha padaria.
Você não sai daqui enquanto não me pagar pelo que levou.
Eu não trabalho à toa não, camarada!
Uma multidão se juntou e instou para que levasse o caso ao juiz local, um velho muito sábio.
O juiz ouviu os argumentos, pensou bastante e depois ditou a sentença.
 - Você está certo - disse ao padeiro.
- Este viajante saboreou os frutos do seu trabalho.
E julgo que o perfume dos seus bolos vale três moedas de ouro.
 - Isso é um absurdo! Objetou o viajante.
- Além disso, gastei meu dinheiro todo na viagem.
Não tenho mais nem um centavo.
- Ah... - disse o juiz. - Neste caso, vou ajudá-lo.
 Tirou três moedas de ouro do próprio bolso, e o padeiro logo avançou para pegar.
- Ainda não - disse o juiz.
- Você diz que esse viajante meramente sentiu o cheiro dos seus bolos, não é?
- É isso mesmo - respondeu o padeiro.
- Mas ele não engoliu nem um pedacinho?
- Já lhe disse que não.
 - Nem provou nem um pastel?
 - Não!
- Nem encostou nas tortas?
 - Não!
 - Então, já que ele consumiu apenas o perfume, você será pago apenas com som.
Abra os ouvidos para receber o que você merece.
O sábio juiz jogou as moedas de uma mão para outra, fazendo-as retinir bem perto das gananciosas orelhas do padeiro.
- Se ao menos você tivesse a bondade de ajudar esse pobre homem em viagem
- disse o juiz

- você até ganharia recompensas em ouro, no Céu.

Dieta da alegria


12 de junho de 2014

O CONCEITO KAIZEN


O Kaizen é acima de tudo uma filosofia de vida do povo japonês.  
Significa aprimoramento contínuo.
Como toda Filosofia, ela penetra em todos os grupos sócios da nação, começando pela família, passando pelos locais de trabalho, de ensino e de lazer, entre outros, e terminando no próprio Estado.
O Kaizen, na prática, está orientado para o processo que envolve homens.
Vê-se, em consequência, que a Administração Japonesa está basicamente voltada para o comportamento humano.
 Não podemos esquecer que nenhuma atividade terá sucesso se o homem não estiver preparado. No Japão, o Kaisen, é um sucesso, tendo em vista a cultura milenar de seu povo, que tem como alicerces principais a sua religiosidade e o fato de todos os grupos sociais se considerarem uma família. Isto gerou uma mentalidade nacional.
Admitir-se que uma organização está perfeita é iniciar o seu processo de “suicídio”.
É totalmente equivocada  a ideia popular de que “em time que se ganha não se mexe”.
O Kaizen procura resolver os problemas de instituição formando uma cultura na organização, de modo que todos possam admitir livremente essas dificuldades, desde o presidente até o mais humilde colaborador.
Na verdade, em termos de qualidade não pode haver o “mais ou menos”, é o não é, tem ou não tem. Não se pode ficar em “cima do muro”, não pode haver 95%, é preciso 100% em  todas ás vezes.   
Isto implica num esforço constante para oferecer produtos melhores a preços menores, bem como a permanente melhoria nos sistemas e procedimentos internos.
Falamos, acima, que o Kaizen está voltado para o processo. Ora, não podemos dissociar pessoas do processo, se queremos aprimorar este, temos que também aprimorar o elemento humano que ele participa.
No entanto, quando falamos em aprimoramento, não estamos referindo-nos apenas a treinamentos.
Estamos falando em algo mais, que é reconhecer esforços feitos, interesse, dedicação, pontualidade, assiduidade, auto-aprimoramento, espírito de cooperação etc.
Tipos de aprimoramento:
Existem dois tipos de aprimoramento:
Kaizen: pequenos melhoramentos em esforços contínuos;
Reengenharia ou Inovação: Que são melhoramentos drásticos, incluindo muitas vezes novas tecnologias ou equipamentos.
A administração Japonesa dá prioridade ao Kaizen, embora considere importante a Invasão e Reengenharia. Mesmo assim, esta requer para sua consolidação, a aplicação do Kaizen, pois está provado que qualquer inovação ou reengenharia ao ser implantada, fica abaixo do nível esperado.
No Ocidente, em geral, o aprimoramento exclui o elemento humano, limitando-se quase que exclusivamente aos aspectos técnicos.
Além do mais, as empresas pensam apenas na manutenção e na inovação, sendo que esta é normalmente imposta pelo mercado ou concorrência.

No tocante á manutenção, cabe ressaltar a afirmativa japonesa de que as piores empresas são as que não fazem nada, a não ser manutenção.

Os inevitáveis


MOTIVAÇÃO













O que é motivação?
 É estar sempre em ação?
É ter atitude?
É acreditar em nossos sonhos?
É ser persistente?
Afinal, o que realmente é motivação? 
O tema motivação é muito discutido hoje no mundo corprativo, motivação é motivo + ação.
É um sentimento que brota no nosso interior e a motivação não parte dos outros e sim da própria pessoa. Isso é muito discutido, alguns acreditam que se podem motivar outras pessoas, mas, o máximo que uma pessoa consegue é estimular uma ação momentânea.
Manter uma pessoa motivada não é uma tarefa para os outros e sim para a própria pessoa.
Observe as organizações e seus gestores, eles criam diversos meios para motivar seus colaboradores, e até conseguem por um tempo.
E você, nunca se perguntou por que as organizações estão sempre à procura de mais meios para continuar motivando seus colaboradores? Por quê?
Simples, os colaboradores entendem com o passar do tempo que aquilo que foi feito para motivá-los é um direito deles.
E perdem a sua atitude e disposição interior.
Motivação vem dos motivos que ligam a fé, esperança, perseverança, desejos, sonhos, humor, persistência, vontade, coragem, garra, determinação e força.
Como veem; isso está dentro de cada um de nós, por isso não podemos receber isso de ninguém.
A motivação se modifica a todo o momento, por isso as organizações estão sempre em busca de novos meios para continuarem motivando seus colaboradores.
E todos sabem que as empresas estão em uma busca constante por pessoas mais dinâmicas e bem humoradas, assim se torna mais fácil motivá-las e mantê-las ativas.
O comportamento varia de pessoa para pessoa, o que motiva uma não é garantia de motivação para a outra.
Os gestores devem estar muito atentos ao comportamento de cada colaborador e agir com prudência e sensatez.

Devem ser proativos e ajudarem cada um encontrar o seu espaço motivacional dentro de si mesmo.

Bruce Lee


7 de junho de 2014

Milho de Pipoca

“Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre”.
Assim acontece com a gente.
As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.
Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.
São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.
Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser.
Mas, de repente, vem o fogo.
O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.
Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder emprego ou ficar pobre.
Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que 
sua hora chegou: vai morrer.
Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si.
Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.
A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.
Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece:BUM!
E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.
São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar.
Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.
A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura.
No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.
Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva.

Não vão dar alegria para ninguém.Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.

Pedi forças


6 de junho de 2014

Não julgar o próximo

Um médico entrou num hospital apressado, depois de ter sido chamado para uma cirurgia urgente.
Ele respondeu à chamada imediatamente e mal chegou trocou-se e foi direto para o bloco operatório. 
Pelo caminho encontrou o pai do rapaz que ia ser operado a andar para trás e para a frente à espera do médico.
 Quando o viu, o pai gritou:
-”Porque demorou este tempo todo a vir?
Não sabe que a vida do meu filho está em perigo? Você não tem o mínimo de sentido de
responsabilidade?”
O médico sorriu e respondeu serenamente:
-”Peço-lhe desculpa, não estava no hospital e vim mal recebi a chamada…
Agora, gostaria que você se acalmasse para que eu também possa fazer o meu trabalho.”
-”Acalmar-me?!?! E se o seu filho estivesse dentro do bloco operatório, você também ficaria calmo?
E se o seu filho morresse o que faria?”, disse o pai visivelmente agitado.
-”Ficar nesse estado alterado e de nervos não vai ajudar nada, nem a si, nem a mim e muito menos ao seu filho.
Prometo-lhe que farei o melhor que sei e consigo dentro das minhas capacidades”, disse o médico
-”Falar assim é fácil, quando não nos diz respeito.”, murmurou o pai entre dentes.
Passadas algumas horas, a cirurgia terminou e o médico saiu sorridente de encontro ao pai.
-”A cirurgia foi um sucesso. Conseguimos salvar o seu filho!
Se tiver alguma questão pergunte à enfermeira.”
Sem esperar pela resposta, o clínico prosseguiu caminho visivelmente apressado.
O pai irritado dirigiu-se à enfermeira e desabafou:
-”O médico é mesmo arrogante…
Será que lhe custava muito ficar aqui mais uns minutos para eu lhe questionar em relação ao estado geral 
do meu filho?”
A enfermeira, um pouco abalada e quase a chorar respondeu-lhe:
-”O filho do doutor morreu ontem num acidente rodoviário.
Ele estava no funeral quando o chamamos para a cirurgia do seu filho.
Agora que a cirurgia terminou e o seu filho foi salvo, o doutor voltou para o funeral a correr para prestar 
a última homenagem  ao filho dele.

Dificuldades


Homem Suficiente Para o Trabalho

Este incidente se passou durante a primeira guerra americana, quando um oficial mandou seus soldados cortarem algumas árvores para fazerem uma ponte. Não havia homens suficientes, e o trabalho progredia muito lentamente. Um homem de aparência imponente, que estava passando a cavalo, falou com o oficial responsável quando este dava ordens aos subordinados, mas ele mesmo não fazia nada.
- Você não tem homens suficientes para o trabalho, não é?
- Não, senhor. Precisamos de ajuda.
- Por que você mesmo não põe mãos à obra?
- perguntou o homem no cavalo.
- Eu, senhor? Por quê? Sou um cabo - respondeu o oficial, aparentemente ofendido com a sugestão.
- Ah, é verdade - respondeu o outro calmamente e, descendo do cavalo, pôs-se a trabalhar com os homens até estar concluído o serviço. Depois, montou novamente e, enquanto saía, falou para o oficial: - Cabo, da próxima vez que tiver uma tarefa a cumprir e poucos homens para o serviço, avise ao comandante superior, e eu tornarei a vir.
Este era o general Washington.