Administrador de Empresas, com ênfase em Gereciamento Mercadista. Com forte experiência no Varejo.

27 de agosto de 2013

Empatia - Bela história

 Ryan Hreljac, com apenas seis anos, assistia a uma aula na sua escola em Kemptville, Canadá, quando a professora disse que milhares de crianças africanas tinham que andar vários quilômetros por dia para conseguir um pouco de água suja, escura e contaminada para beber, e por isso ficavam doentes ou morriam.
Ryan se comoveu com a história, pois tinha água limpa a hora que quisesse, sem nenhum esforço, bastava abrir a torneira.
Perguntou para a professora qual o valor que precisaria para levar água para as crianças africanas, e ela se lembrou da ONG WaterCan que perfurava poços na África, e que um poço pequeno deveria custar cerca de 70 dólares.
Ryan chegou em casa e disse para sua mãe, Susan, que precisava de 70 dólares para construir um poço para as crianças da África.
Ela não lhe deu o dinheiro de imediato e disse que ele teria que fazer tarefas domésticas para poder arrecadar esse valor. Ryan então trabalhou 4 meses para conseguir o dinheiro.
Ele e sua mãe foram até a WaterCan, mas informaram que somente a bomba manual custava 70 dólares. Para a perfuração do poço seriam necessários 2.000 dólares.
Eles não tinham esse dinheiro, mas Ryan falou que voltaria em breve. Sua energia e determinação animaram e movimentaram vizinhos, irmãos e amigos.
Todos se propuseram a trabalhar, vender produtos e conseguir doações.
Em pouco tempo conseguiram arrecadaram 700 dólares, e então a WaterCan decidiu completar com o restante do valor.
Em 1999, o tão almejado poço foi construído na Angolo Primary School
,em Uganda, beneficiando milhares de pessoas com água potável. E a história não termina aí.
 A Ryan’s Well Foundation, criada em 2001, após 10 anos de existência, ajudou a construir mais de 630 poços e 700 latrinas, levando água potável e serviços de saneamento básico para mais de 700.000 pessoas. Ryan é reconhecido pela Unicef como Líder Global da Juventude e continua dedicado e empolgado com seu trabalho na Fundação, dando palestras em vários países, escolas, igrejas, clubes, eventos e conferências, falando de forma apaixonada sobre a necessidade de água limpa em todo o mundo.

Segundo dados oficiais do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – estudo realizado em 2011 – os afastamentos por problemas psicológicos no Brasil já ocupam o 3º lugar no ranking oficial. 
Cada vez mais os profissionais estão sofrendo mais com estresse e depressão, provocados principalmente pela pressão que sofrem em seu ambiente de trabalho, e pela falta de empatia de seus líderes.
Muitos líderes se preocupam em ser simpáticos, mas pouco se esforçam para ser empáticos, e alguns talvez nem saibam direito o que isso significa.
Empatia não é apenas a consciência sobre o que os outros estão passando, mas um movimento interior que provoca atitudes de amor e compaixão pelas pessoas. Empatia vai muito além da identificação.
Podemos até não ter afinidade com alguém, mas nada impede que busquemos entender as razões pelas quais essa pessoa se comporta de determinada maneira.
Por isso, empatia é uma das principais competências de um grande líder, porque o ajuda a colocar-se no lugar das pessoas, enxergar com os olhos delas, “calçar seus sapatos”, e buscar sentir o que elas sentem, para que assim, seja capaz de compreendê-las melhor e servi-las em suas reais necessidades.Apenas não confunda empatia com paternalismo ou complacência.
Como líder, você tem a responsabilidade de conquistar os melhores resultados, e para isso precisa exigir o melhor de cada um de seus liderados todos os dias, porque, quando aceita menos do que isso, os incentiva a se conformarem com a mediocridade.

Contudo, pessoas não podem ser apenas tratadas como “recursos” para a obtenção de resultados, pessoas têm sentimentos e emoções, e esperam (e precisam) ser tratadas e respeitadas como tal, portanto, seja um líder empático, e cuide do recurso mais valioso que você tem em suas mãos: o ser humano.

Casal idosos - belo exemplo


Oração Diária do Líder

 Que eu tenha consciência de que liderança não é um cargo, mas uma escolha, e que hoje, eu escolha liderar e influenciar positivamente a vida dos que estão ao meu redor.
Que as minhas atitudes falem mais alto que minhas palavras.
Que eu tenha graça e sabedoria para agir com justiça.
Que a pressão do dia a dia não me faça esquecer que sou responsável pelo bem-estar daqueles que lidero.
Que eu aprenda com as críticas, que tenha bons amigos, e que eles me ajudem a enxergar meus pontos cegos, para que eu possa melhorar como ser humano e líder.
Que o meu ego não me domine, e que minhas ações não derivem da arrogância, mas do espírito de serviço.
Que eu trabalhe para refinar o modo como penso, e aprenda a cultivar a arte de estar presente e próximo daqueles que estão à minha volta.
Quando alguém falhar ou me desapontar, que eu consiga abordá-lo de maneira positiva, apoiando-o em seu desenvolvimento.
Que eu valorize os dons do pensamento, fomentando a criatividade, para que eu possa ajudar a enriquecer o novo com o que se extrai do velho.
Que eu aprenda a ouvir, que seja sábio para encorajar as pessoas com palavras de afirmação e um olhar apreciativo, que eu conheça o valor da dignidade, e que aprecie a importância de uma boa pergunta.
Que eu tenha a capacidade de enxergar além das fronteiras da visão comum.
Que a minha liderança seja uma aventura real de crescimento, tanto para mim como para todos os que estão ao meu redor, e assim possa contribuir para a construção de um mundo melhor.
FONTE : (Marco Fabossi, inspirado no Texto “Oração Pelos Líderes” de Charles Monroe)

Arremesso de bebado


Legado: Qual é o seu?

 Intrigado por perceber que a vaca era mais estimada e reconhecida do que o porco, o Senhor Porco decidiu ter uma conversa com a Senhora Vaca:
– Eu doo tudo o que tenho aos homens.
Eles consomem minha carne, usam meus pelos para fazer pinceis, e aproveitam até os meus ossos.
Mesmo assim, você, Senhora Vaca, que dá apenas o leite, é muito mais considerada e reconhecida do que eu.
Quero saber: Por que isso acontece?
A Senhora vaca que ouvia com atenção, respondeu:
– Talvez seja porque eu doo um pouco de mim todos os dias, enquanto estou viva, e você só tem utilidade depois de morto!

Legado não é o que você deixa quando morre, mas o que entrega quando sai de algum lugar. Todos os dias, quando volta do trabalho, deixa um legado na empresa. Quando sai de uma reunião, de uma conversa, do posto de combustível, de um jogo, ou de qualquer outro lugar, está deixando uma marca na vida das pessoas; este é o seu legado.
Muitos confundem legado com herança. São coisas diferentes: herança é o que você deixará quando morrer (espero que demore), contudo, legado você deixa em vida. Legado é a herança imaterial, aquilo que você entrega às pessoas que estão ao seu redor; sua marca. Então, se perguntasse às pessoas que estão à sua volta: “Qual é a marca que deixo em suas vidas?”, qual seria a resposta?
§  Como você tem influenciado a vida das pessoas?
§  Que impacto você tem causado na vida delas?
§  Que tipo de influência tem deixado por onde passa?
§  Qual é a marca que você tem deixado?
§  Qual é a marca que quer deixar?

Faça isso em vida, porque depois de morto não vai ajudar muito!

21 de agosto de 2013

Inteligência pura


OS TRÊS VELHOS

Uma mulher saiu de sua casa e viu três homens com longas barbas brancas sentados em frente ao quintal dela. Ela não os reconheceu e disse:
- Acho que não os conheço, mas devem estar com fome. Por favor entrem e comam algo.
- O homem da casa está? Perguntaram.
- Não, ela disse, está fora.
- Então não podemos entrar, eles responderam.
A noite quando o marido chegou, ela contou-lhe o que aconteceu.
- Vá diga que estou em casa e convide-os a entrar.
A mulher saiu e convidou-os a entrar.
- Não podemos entrar juntos. Responderam.
- Por que isto? Ela quis saber.
Um dos velhos explicou-lhe:
- Seu nome é Fartura. Ele disse apontando um dos seus amigos e mostrando o outro, falou: - Ele é o Sucesso e eu sou o Amor.
E completou :
- Agora vá e discuta com o seu marido qual de nós você quer em sua casa.
A mulher entrou e falou ao marido o que foi dito. Ele ficou arrebatado e disse:
- Que bom! Neste caso, vamos convidar Fartura. Deixe-o vir e encher nossa casa de fartura.
A esposa discordou:
- Meu querido, por que não convidamos o Sucesso?
A cunhada deles ouvia do outro canto da casa.
Ela apresentou sua sugestão:
- Não seria melhor convidar o Amor? Nossa casa então estará cheia de amor.
- Atentamos pelo conselho da nossa cunhada. Disse o marido para a esposa.
- Vá lá fora e chame o amor para ser nosso convidado.
A mulher saiu e perguntou aos três homens:
-Qual de vocês é o amor? Por favor entre e seja nosso convidado.
O amor levantou-se e seguiu em direção a casa. Os outros dois levantaram-se e seguiram-no.
Surpresa a senhora perguntou-lhes:
- Apenas convidei o Amor, por que vocês entraram?
Os velhos homens responderam juntos:
- Se você convidasse o Fartura ou o Sucesso, os outros dois esperariam aqui fora, mas se você convidar o Amor, onde ele for iremos com ele. Onde há amor, há também fartura e sucesso!!!
Nosso desejo para vocês:
Onde há dor, desejamos paz e perdão.
Onde há dúvidas próprias, desejamos confiança renovada em sua capacidade de lidar com elas.
Onde há cansaço, ou exaustão, desejamos compreensão,paciência e força renovada.

Onde há medo, desejamos amor e coragem.

Bailarina na pista


Os Cegos e o Elefante

Certo dia, um príncipe indiano mandou chamar um grupo de cegos de nascença e os reuniu no pátio do palácio.
Ao mesmo tempo, mandou trazer um elefante e o colocou diante do grupo.
Em seguida, conduzindo-os pela mão, foi levando os cegos até o elefante para que o apalpassem.
Um apalpava a barriga, outro a cauda, outro a orelha, outro a tromba, outro uma das pernas. Quando todos os cegos tinham apalpado o paquiderme , o príncipe ordenou que cada um explicasse aos outros como era o elefante, então, o que tinha apalpado a barriga, disse que o elefante era como uma enorme panela.
O que tinha apalpado a cauda até os pelos da extremidade discordou e disse que o elefante se parecia mais com uma vassoura. "Nada disso ", interrompeu o que tinha apalpado a orelha. "Se alguma coisa se parece é com um grande leque aberto".
O que apalpara a tromba deu uma risada e interferiu: "Vocês estão por fora. O elefante tem a forma, as ondulações e a flexibilidade de uma mangueira de água...". "Essa não", replicou o que apalpara a perna, "ele é redondo como uma grande mangueira, mas não tem nada de ondulações nem de flexibilidade, é rígido como um poste...". Os cegos se envolveram numa discussão sem fim, cada um querendo provar que os outros estavam errados, e que o certo era o que ele dizia.
Evidentemente cada um se apoiava na sua própria experiência e não conseguia entender como os demais podiam afirmar o que afirmavam.
 O príncipe deixou-os falar para ver se chegavam a um acordo, mas quando percebeu que eram incapazes de aceitar que os outros podiam ter tido outras experiências, ordenou que se calassem. "O elefante é tudo isso que vocês falaram.", explicou. "Tudo isso que cada um de vocês percebeu é só uma parte do elefante.
Não devem negar o que os outros perceberam. Deveriam juntar as experiência de todos e tentar imaginar como a parte que cada um apalpou se une com as outras para formar esse todo que é o elefante."
Algumas conclusões sobre essa história...
A experiência das coisas que cada homem pode ter é sempre limitada.
 Por isso, a sensatez obriga a levar em conta também as experiências dos outros para se chegar a uma síntese. A pessoa, o ser humano, apresenta muitas facetas.
 Existe o risco de polarizar a atenção em algumas delas, ignorando o resto.
Fazendo isso, estaríamos repetindo os cegos da parábola.
Cada um ficaria com uma visão unilateral e parcial.

Para obtermos uma visão o mais integral possível do que é uma pessoa, devemos reunir, numa unidade, os numerosos aspectos que podem ser observados no ser humano.

Cassetadas e sustos


19 de agosto de 2013

Os doze pratos

Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelana, de rara quão
antiga procedência, constituída por doze pratos assinalados por grande
beleza artística e decorativa.

Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse
uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria,
o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma
circunstância fortuita.

A notícia tomou conta do Império, e, às vésperas da execução do
desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso, que se
comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.

Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando
ancião. Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes
sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa
porcelana fossem espalhados em volta do móvel.

Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto
inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as
bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.

Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno,
ele disse:

* Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar
matar-me. Desde que essas porcelanas valem mais do que as vidas, e
considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me
em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças
for quebrada. Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas,
já que elas, diante desses objetos nada valem.

Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo,
compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma.

Quantas vezes, deixamos o nervosismo do momento tomar lugar nas nossas
vidas e duras palavras ferem a quem amamos!
Quantas coisas colocamos na frente do amor, do respeito, da compreensão
que deveríamos ter?

Que no final de semana, tenhamos tempo para meditar se não estamos matando
por um prato quebrado...

Autor Desconhecido

11 de agosto de 2013

Cigarro mata


O Conselheiro e o remador

Era uma vez dois amigos que foram criados desde a infância juntos. Aprenderam a engatinhar, nadavam no rio, brincavam e faziam tudo que todos os meninos gostam de fazer juntos. Com o passar do tempo foram se distanciando, como acontece com todos os bons amigos ao saírem para a vida.
O primeiro conseguiu descobrir o prazer em aprender. Assim, investia boa parte do seu tempo nessa atividade. Nos estudos e em tudo que fazia se determinava a aprender. Fixava-se em seu propósito, fazendo primeiro o que era preciso e depois no que queria.
O segundo resolveu que não era preciso dedicar-se com  tanto cuidado. Na escola passava, mas estudava pouco. Obedecia sempre sua voz interior, fazendo primeiro o que queria e, depois no pouco tempo que lhe sobrava o que realmente era preciso.
 Certo dia o reinado abriu concurso para prestadores de serviços do rei.  Os dois amigos passaram. A sorte maior apareceu para o primeiro. Foi contratado como conselheiro do rei.
Já o segundo conseguiu serviço como remador no navio da realeza.
Um dia o rei e seus conselheiros embarcaram para uma viagem no mar. Falavam de negócios enquanto aproveitavam a brisa que soprava do mar. Enquanto isto, mais próximo da popa, os remadores suavam para fazer o navio seguir adiante. O remador vendo seu amigo de infância bem à vontade em companhia do rei. Ficou abalado e quanto mais pensava mais furioso ficava.
 Ao anoitecer, já cansado de tanto remar não se conteve e começou a resmungar para outro amigo remador: 
- Olhe aqueles inúteis. Intitulam-se conselheiros estratégicos, mas ficam à toa, 
jogando conversa fora. Por que é que temos que suar tanto para levar o navio deles adiante? Isto não é justo! Afinal, não somos filhos de Deus?" 
Ao ancorarem o navio para pernoitar. O remador foi acordado no meio da noite, por uma mão que lhe sacudia. Era o rei em pessoa e pediu: 
-   Há um barulho esquisito vindo daquela direção, apontando para a terra. 
- Não consigo dormir, imaginando o que seja. Por favor, vá e descubra o que é. 
O remador pulou do navio e subiu para o alto de um morro. Voltou pouco depois 
com a informação
 - Não é nada, Vossa Majestade.
São alguns lenhadores cortando árvores, por isso tanto barulho na floresta. 
- Remador, quanto lenhadores são? 
O remador não tinha se dado ao trabalho de olhar com mais cuidado. Pulou do navio. Nadou até a praia. Correu morro acima. Voltou. - Vinte e um, Vossa Majestade.
 - Remador, que tipo de árvore é? Ele esqueceu de reparar. Lá voltou e retornou 
- Pinheiros, Vossa Majestade. 
- Remador, por que estão cortando as árvores? Lá foi ele de novo 
- Para vender, Vossa Majestade. 
- Remador, quem é o dono das árvores? De novo ele teve que voltar 
-     Disseram que é um homem muito rico, Vossa Majestade. 
-     Remador, obrigado. Agora venha comigo, por favor. 
Os dois, o rei e o remador, foram até a proa do navio e o rei acordou o amigo de infância do remador. 
- Conselheiro, há um barulho esquisito vindo daquela direção, apontou para a terra. 
Não consigo dormir, imaginando o que seja. Por favor, vá e descubra o que é. 
O Conselheiro desapareceu rumo a terra e voltou pouco depois. 
- É uma equipe de lenhadores, Vossa Majestade. 
- Conselheiro, quantos são? - Vinte e um, Majestade. 
- Conselheiro, que tipo de árvore é? 
- São pinheiros, Majestade. Excelentes para construir casas. 
- Conselheiro, por que estão cortando as árvores? - Para negociar, Majestade. O reflorestamento de pinheiros é do prefeito do vilarejo. Ele realiza o corte a cada dois anos. O corte é autorizado, me mostrou o ofício.
 Ele pede desculpas pelo barulho e convida a Vossa  Majestade para o café da manhã, que será preparado especialmente para recebê-lo, Majestade.
 O rei olhou para o remador 
- Remador, ouvi seus resmungos. Sim, todos nós somos filhos de Deus. 
Mas todos os filhos de Deus têm seu trabalho para executar. 
Precisei mandá-lo 4 vezes à terra para obter respostas. Meu conselheiro foi uma vez só.

 E é por isso que ele é meu conselheiro estratégico, e você fica com os remos do navio. 

Autor Desonhecido

Hora errada, e que hora errada


Trabalho em equipe – uma vantagem competitiva

A idéia de se trabalhar em equipe surgiu no momento que o homem percebeu que a soma dos conhecimentos e habilidades individuais facilitariam o atingir dos objetivos.
A mudança constante das informações e a necessidade de um maior conhecimento, motivaram cada vez mais esta forma de trabalho, ou seja, fazer com que o grupo formado por pessoas diferentes tenha objetivos comuns.
A verdade é que nem todas as empresas conseguem isso. Transformar grupos de trabalho em equipes vencedoras, pois quando falamos em equipes de trabalho, estamos falando em somatório de forças que vem do conhecimento e experiência, porém quando falamos na formação desta equipe começamos a mencionar pessoas.
E é aí que entra a grande sacada, pois pessoas são dotadas de sentimentos individuais, expectativas únicas, sem falar nas crenças, valores e identidade que cada um vai formando no decorrer da vida.
Toda equipe necessita um líder que seja capaz de orientar, mostrar caminhos e gerar grandes resultados. Deverá ser dotado de características, não somente técnicas, mas também, comportamentais, como, por exemplo, ser carismático, ser humilde, sincero, preocupado, compreensivo.
É dele a missão de inspirar em seus colaboradores a motivação para a conquista. O líder, portanto deve servir de modelo, pois desta forma conseguirá envolver e comprometer as pessoas gerando sinergia, amizade, companheirismo e satisfação.
 Nasce desta forma um time de vencedores que certamente é mantida pela parceria de todos. Cabe ressaltar também que as pessoas envolvidas necessitam resgatar valores como união, respeito, cooperação, participação, envolvimento e comprometimento.
 Esse resgate é fundamental, pois a sociedade como um todo está num processo quase cruel de individualismo. JUNTOS SOMOS FORTES, nada mais verdadeiro do que esta frase.
A sobrevivência de uma empresa está relacionada com o conceito que ela tem de união. Sempre que as pessoas trabalham em conjunto, elas estão desenvolvendo seu espírito de cooperação e é dele que nasce o mais nobre dos sentimentos, o afeto. A troca é matéria prima em uma equipe e nesse processo, todos, inconscientemente se alimentam.
A verdadeira equipe equilibra egos, ensaia com afinco a humildade de cada colaborador, treina intensivamente o reconhecimento, incentiva com firmeza a satisfação de todos, zela pela paz e, finalmente, aposta no respeito e na transparência.
Equipes vencedoras são formadas por pessoas que não pensam somente em sua vitória pessoal, mas sim no todo. Vibram pelas conquistas dos colegas e entendem que a conquista deles é também a sua. Percebem que o sucesso obtido não é algo que veio por acaso, mas sim pelo resultado do trabalho de todos, desencadeando desta forma o autodesenvolvimento da organização. Procuram fazer com que sua profissão sempre evolua, buscando novidades participando com idéias criativas para serem implantadas, esforçando-se o máximo para que toda a equipe cresça.
Sabem que cada tarefa realizada é para o crescimento do todo, portanto fazem o máximo, comprometendo-se em todos os aspectos do trabalho.
Sabem que necessitam de constante atualização, ampliando o seu conhecimento, através de cursos, treinamentos, independentes da empresa, e que o resultado disso será a melhoria individual e principalmente do time.
Sentem-se gratificados por compartilhar o conhecimento adquirido com os demais. São dedicados, informados, sugerem novas formas de abordagem que possam gerar lucros visando o crescimento e sustentação da equipe que passa a ter um crescimento constante.
Portanto, alimentar o trabalho em equipe é prover o crescimento continuo de todos em busca das conquistas do grupo gerando a sensação e a certeza de que estamos participando, embora muitas vezes individualmente, de um grande time de vencedores, onde dentro deste time encontramos o alimento para as nossas vitórias individuais. http://img2.blogblog.com/img/icon18_edit_allbkg.gif